16/02/2017

4 ANOSSSSS MIF!

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  Há exatamente 4 anos nascia o blog Mini Imagine Fanfic e desde essa data os meus dias 16/02 tem um significado especial. Não me recordo de ter feito um textão nos últimos 4 anos, mas hoje está sendo tão bom para mim que tive a necessidade de faze-lo.
 Olhando para o blog, vejo as histórias que eu vivi e relendo algumas fanfics lembrei do porque ter escrito sobre certos assuntos. Vejo o quanto amadureci e o quanto de felicidade tive ao chegar as 1.000 visualizações, 100.000 visualizações e hoje mais 550.000 visualizações! Antes de tudo agradeço a Deus e depois a vocês, porque (aviso: terá frase clichê) não teria existido blog sem vocês, minhas Lilialles (significa lírios). Vejo os amigos que fiz, os blogs que corri atrás, filiadores e rio disso (Ai! Que nostalgia kkkkk).
  O blog sofreu por várias etapas e antes tudo: o blog faz um ano no dia 15/02 às 23:55 mas semprei comemorei no dia 16 porque foi quando tive a primeira postagem(hahahaha), a primeira fanfic: Por Trás; Criei o blog porque seeeempre amei escrever e vi isso como um caminho (e me ajudou tantooo, pode comparar Por Trás com os atuais imagines/fanfics que fiz); criei de sábado pra domingo pensando que não daria certo e BOOM, deU certo. Deixo meu agradecimento a Ana Gabriele(que foi nossa administradora por um ano <3 a="" font="">o blog Mini Imagines Direction, principalmente a Mari e a Lary (provavelmente não lerão).  Eu passei o fim do meu fundamental aqui e hoje no TERCEIRÃO, ainda estou aqui, minha pré-adolescência todinha aqui, na boa, meus olhos estão marejando. Fiquei afastada do blog, ia e voltava, ano passado "deixei" quase que de vez, mas hoje venho justamente para duas coisas : ANIVERSÁRIO do MIF(Mini Imagine Fanfic) e o "término" do MIF.
   O BLOG NÃO FICARÁ INATIVO, DE VEZ EM QUANDO POSTAREI IMAGINES mas, estarei encerrando as atividades do blog aos poucos (pretendo terminar a Short, com certeza) e irei mantendo vocês informadas sobre meu NOVO BLOG!!! Estou animada! Isso não é uma despedida, só o inicio de uma continuação (oi? Kkkkkkk) Estou me despedindo dos imagines, me dedicando aos contos, crônicas, histórias originais. EU AMO VOCÊS! Com todo meu coraçãozinho, vocês fizeram parte/ fazem da minha vida. Obrigada a todos que acompanham, acompanharam e SEJA BEM-VINDO você que chegou agora tem um monte de imagines.
 Ps.: Meu novo blog será no wordpress e de ínicio será somente contos e crônicas.

        Um beijo, um mega abraço, amo vocês! PARABÉNS MINI IMAGINE FANFIC!

19/01/2017

ShortFic- Wanted -Capítulo 21"Niall?"


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foto: blog eusouadiva.wordpress

                                            E é natal, mais um ano se passando
                                            Tantos sorrisos percorreram esse ano
                                          Dentro de tantos desejos pra se esperar
                                           Apenas um que eu esperava encontrar

  Hoje é natal, na verdade, véspera. Minha mãe já enfeitou a casa, rodeou ela de pisca-pisca, árvore de natal já está montada. Tudo contribui para um natal inesquecível, antes da meia-noite vamos para casa de Teddy, cearemos lá, depois vamos retornar para minha casa e curtir a madrugada rindo e vendo alguns filmes, minha mãe, Teddy, a mãe dele e eu. O ano novo que será diferente, irei passar com meu pai, madrasta e talvez Ed que está pensando se vai. Niall provavelmente não irá, então nem irei esquentar minha cabeça com ele.
  -Nosso primeiro natal juntos, né Teddy? -disse enquanto batia a massa do brownie na batedeira.
  -Bela observação, April. -piscou enquanto passava a rabanada no leite. -Estava pensando, acho que vou com você.
  -Ótimo! -sorri largo. -Meu pai vai amar conhecer você.
  -Quero conhecê-lo. Será que irei ver o Niall? -direcionei meus olhos com um pouco de medo a Teddy. -Eu não vou brigar...
   -O Niall é que não vai se segurar em falar alguma besteira, Ed. -enruguei os lábios tentando ficar consciente das minhas palavras, o que era muito difícil quando Niall Horan era o assunto. -Espero que não o vejamos. -minha última palavra e o silêncio permaneceu até minha mãe quebra-lo pedindo que comprássemos coisas no mercado, como pasta de dente, papel higiênico.
    Fomos andando tranquilamente para o mercado próximo de casa, duas quadras de casa para ser mais clara. Decidimos que eu iria na padaria que era uma quadra depois do mercado e esperaria Ed na pracinha. Caminhei em direção a pracinha já com a sacola dos pães na mão e fui puxada pelo para um beco, meu grito foi repreendido com a mão na boca do assaltante... Era Niall.
  -Niall!? -me escandalizei e ele ficou esperando até que minha respiração entrasse no ritmo normal.
  -E aí, April! -sorriu falso.
  -Eu não posso ficar aqui! -disse andando para fora do beco mas fui puxada novamente.
  -Calminha, eu tenho um assunto sério pra tratar com você. -disse frio. -Mas antes... -me pressionou contra a parede e veio com seus lábios na direção dos meus.
  -Não! -gritei e ouvi Ed chamar, salva pelo gongo.
  -Larga ela!-empurrou Niall e vi o mesmo cambaleando. -April, você o conhece? -direcionou seu olhar pro meu, olhei para Niall e balancei a cabeça negativamente. Puxei Ed antes que ele dissesse algo e fomos andando com minha mão apertando forte a sua.

  Passei o resto da tarde fingindo estar bem e sorridente, porém, quando passou da meia-noite eu já estava exausta e fui para o meu quarto alegando que estava com muito sono.
   -Você está assim desde o encontro com aquele garoto no beco. April, aquele garoto tocou um dedo em você? -Ed disse mudando seu tom calmo para ódio.
   -Teddy... -toquei em seu braço. -Ele não fez nada comigo, só fiquei pensativa e estou realmente cansada. -bati com a palma da mão ao meu lado da cama. -Eu gosto muito de você. -passei a mão pela sua nuca e logo depois selei seus lábios. Ele ficou comigo até que eu pegasse no sono, cantarolou, contou piadas e assim dormi com a cabeça em seu colo.

Vasculhei o quarto com os olhos meio turvos por conta de ter acabado de acordar. Percebi uma coisa meio inusitada escondida atrás da cortina branca, tinha uma pessoa lá.
 -Quem é você? -perguntei meio desnorteada enquanto me sentava na cama.
 -Olá. -arregalei os olhos, não era possível o que estava acontecendo.
 -Velho... -murmurei. -Como você entrou na minha casa? O que você está fazendo aqui?! -já estava de pé com a postura ereta e o olhava com o pior olhar possível.
 -Sai do meu quarto. -ele andava devagar em minha direção.
 -Você não quer que eu saia, eu conheço seu jeito imponente e você não está nenhum pouquinho imponente. -cruzei os braços.
 -O que você quer?
 -Você atuou muito bem ontem dizendo que não me conhecia. -encolhi meu dedo dos meus com o toque dos seus dedos no meu rosto. -Fiquei triste. -fez beicinho. Bufei.
 -Chega. Você pediu para eu ficar em silêncio eu fiquei. Eu não consigo mais ficar sob efeito das suas ordens só porque eu moro na casa da sua mãe. Que se dane! Me deixa em paz! -sussurrei com bastantes expressões, acho que o deixei assustado porque ele deu uns dois passos para trás.
 -Ah, droga! -ralhou. Respirei fundo, talvez viesse uma daquelas palavras rudes que ele sempre tinha na manga.
 -Eu preciso que a gente saia do quarto e sejamos amigos. -disse sério. -Eu quero sair de vez daqui da Inglaterra e eu preciso de você. -por míseros segundos achei que eu tinha importância real para a vida dele e não que fosse um atalho para morar no EUA.
 -Você quer que sejamos amigos. -deu aquele sorriso debochado.
 -Claro que não. Eu te odeio. -deu de ombros. -Pra eu sair da Inglaterra, tenho que te levar comigo.
 -Você está louco? Eu não estou aqui por diversão não querido! Eu tenho uma vida, estou terminando meu ensino médio com bolsa de estudos, já levei uma advertência por sua culpa e você acha que eu quero te ajudar a progredir na sua vida de astro enquanto você só me põe mais longe dos meus sonhos?
 -Você não tem escolha, quando terminarmos a escola, você vai comigo ou senão você não termina o ensino-médio. -ele disse com tanta precisão, eu já estava cansada dele. Essa chantagem de mentalidade infantil me prendi, eu tinha que ter alguma saída na qual eu me beneficiava.
 -Eu não vou com você. -disse decidida. -Saia do meu quarto, saia da minha vida! -senti que meus olhos quase saltaram e com toda autoridade apontei para janela, possivelmente de onde ele veio. Niall deu as costas e saiu. Como sempre, meus olhos marejaram e eu caí no choro.



 

18/01/2017

ShortFic -Wanted -Capítulo 20 "Quem é Horan?"


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FELIZ 2017! 18 dias depois, aqui estou eu. Bom galerinha, amanhã vem o capítulo 21 que está GRANDE e hoje o 20 tá curto, mas compenso amanhã. OLHA AQUI>>> provavelmente vou postar a short no Wattpad, belê? Aí vocês podem ler bonitinho lá! Mas simbora porque Wanted está chegando ao final.
  Era de madrugada, estava chovendo e ainda estava tudo escuro, olhei para o relógio na tela do celular e vi que eram quatro e meia da manhã. Escutei alguns barulhinhos na janela e quando levantei para abri-la Edward acenava debaixo de um guarda-chuva, gargalhei baixinho e fiz com a mão para que ele esperasse. Desci as escadas de sua casa e ele sorriu me selando.
  -Minha mãe dormiu mais cedo hoje. -reclamou e assim que ele fechou o guarda-chuva o abracei forte.
  -A cama estava vazia sem você. -ele riu baixinho.
  -A gente nunca fez nada na sua cama... E hoje está tão frio. -disse com um tom malicioso. Ed e eu nunca fizemos sexo, apenas estávamos dormindo juntos.
  -Para de ser safado! -bati em seu ombro enquanto ele se acomodava na cama, beijou o topo da minha cabeça.
  -Vou ficar quietinho, mas se você porventura mudar de ideia... -disse gargalhando. Ficamos conversando até que Ed pegasse no sono, demorei um pouco mais para dormir.

  Acordei com a luz do sol iluminando o quarto e assim que abri os olhos, tateei o outro lado da cama e não senti o corpo do Ed. Sentei-me devagar percorrendo o quarto com os olhos e nada dele.
  -Quem é Horan? -sua voz estava mais grossa que o normal e até lugares inimagináveis se arrepiaram com medo daquela voz.
  -Ho-ran? -disse separado fingindo achar estranho aquele sobrenome. -Não sei, Teddy. -minha primeira arma secreta para tranquilizar Ed é chama-lo por este apelido. Ele cede rapidamente e desfaz toda sua raiva.
  -Ele te ligou hoje, falou que era o "Horan" -queria muito perguntar que horas ele havia me ligado mas deixaria muito nítido minha preocupação. -Parecia bêbado, deve ser um trote. -resmunguei um "hum". -Você ficou chateada? olhei para o lado e me deitei de novo na cama, virei para o lado oposto que Ed estava.
  -Você poderia ao menos perguntar de forma mais mansa, Edward.  -disse chateada, de fato eu estava. Ele não podia atender a ligação, tudo bem que estamos em um relacionamento mas ele não tem o direito de chegar com a autoridade de um pai e me pedir explicações.
   -Perdão, April. -me abraçou por trás e ficou mexendo em meu cabelo. -Você é uma pessoa incrível.-beijou meu dorso. -Preparei um café pra você lá embaixo. -pegou meu braço e puxou devagar. Fomos tomar um café da manhã agradável e sem ressentimentos, considero a ideia de que Ed e eu somos mais amigos do que namorados, o amo como amiga, não sei se rola algo a mais.


09/11/2016

ShortFic - Wanted- Capítulo 19 -"Desse jeito"


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    Era só mais um comecinho de tarde e eu estava preguiçosamente esparramada na cama de Teddy, ele estava sentado no chão e dedilhava nas cordas de nylon do violão de vez em quando balbuciava algumas palavras.
  -Edward... -falei manhosa, ele riu parando e me olhando atenciosamente. -Eu quero um sorvetinho. -fiz biquinho.
  -É maldade fazer biquinho. -levantou do chão e esticou  mão para que eu levantasse. -Uma condição.
  -Qual?-sorri dócil.
  -Um beijinho. -foi sua vez de fazer um biquinho, o mais lindo biquinho. Dei o beijo e ele sorriu entrelaçando nossos dedos das mãos. Nunca demos as mãos desse jeito .
   Ficamos andando pela pracinha e alguns olhares de conhecidos de Edward pareciam curiosos, alguns desses conhecidos já eram meus conhecidos, afinal, um mês em Liverpool com certeza conheço várias pessoas.
  -Quando você falou que tinha queda por ruivos... -parou sua fala para me olhar de soslaio.
  -Não me lembro desse dia. -disse com uma voz afeta e rimos.
  -Retomando ao assunto... Você realmente tem queda por ruivos? -balancei a cabeça positivamente.
  -Sou fascinada pela coloração meio alaranjada e você é todo completo, né? Ruivo de olhos azuis, sonho de consumo de algumas menininhas. -franzi a testa e ele sorriu.
  -Que tal a gente juntar o útil ao agradável? Você é atraída por mim, eu sou atraído por você...-deixou a frase solta e só pude me virar pra focar nos olhos azuis tão clarinhos de Teddy.
   -Eu não estou pronta pra nam...-tocou meus lábios com o dedo indicador.
   -Shiu! Eu não falei de namoro. -chegou um pouco mais perto e passou a mão envolta do meu pescoço. -Isso fica só entre a gente e algumas pessoas dessa praça. -piscou e me impulsionei para beijar seus lábios.

Obrigadaa a pessoa que comentou e me impulsionou a continuar a shortfic! Beijos! E eu sei que tá pequenininho mas já, já vem capítulo 20!







14/10/2016

Eu rio de tudo!

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 Não quero deixar de viver a minha vida por medo do que os outros vão pensar, nos privamos de mais com o medo de passar vergonha ou do que fulano vá falar. Pra falar a verdade eu queria ligar quando as pessoas pedem para eu parar de rir de... Tudo.
  Minha vida é um mar de rosas, linda na maioria das vezes, alguns espinhos e de vez em quando, algumas flores murcham, mas sempre tem uma nova época em que floresço. Não rio de tudo, rio de memórias boas, que dão gostinho de ser revividas, sorrio ao lembrar do que irei fazer na semana, amo ter um dia em que tem uma reviravolta e me faz... Sorrir!  Podem me chamar de louca mesmo, mas loucos são os que falam que rio de tudo, reclamam quando não rio e sempre estão insatisfeitos comigo. De fato eu cansei, não preciso gritar isso pro mundo, pois eles vão falar que eu sou meio grossa e não sei aceitar opiniões, mas eu posso escrever, mesmo sabendo que alguém vá criticar este texto também.
  Caso, você seja como eu, deixe suas boas loucuras como são, o que você vive, o que você sente ninguém mais vai saber, algumas pessoas perdem seu tempo com tristezas, nós ganhamos tempo com a nossa felicidade!

10/09/2016

Sorriso


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  Por que nos privamos de dar "bom dia"ou cumprimentar com um sorriso? Eu não sei se é coisa de região, costume ou educação. Mas eu sempre aprendi a dar "bom dia" as pessoas. Me mudei para uma tal cidade, cerca de mil quilômetros da minha cidade natal, lá no meu antigo bairro, sempre dávamos bom dia, pro fulano ou pro ciclano.
  Desejar isso pras pessoas é algo maravilhoso e que nem todos esperam. É óbvio, sempre tem um ou vários que não respondem ou  viram o rosto; sinceramente, não acho anormal, às vezes simplesmente eles não estão tendo um dia bom.
  Você já parou pra pensar que um simples "bom dia'' acompanhado de um sorriso pode salvar a manhã de alguém que só precisava de algo básico como essa atitude? Repare, saímos apressado de casa, é pai reclamando da hora,  atenção pra dar pro fulano,aquela playlist que insiste em travar na melhor hora da música e droga! O sorriso foi embora?
  Damos muita atenção pros auês da vida e não paramos pra pensar no que está acontecendo agora e o que isso pode refletir a um minuto. Sorria, sorria para si mesmo, pro fulano, pro ciclano, para todos. Porque todos precisam de um sorriso.

25/07/2016

ShortFic - Wanted -Capítulo 18

   





    Anne e minha mãe haviam me colocado de repente no quarto de Edward, minhas bochechas deveriam está avermelhada, certeza e eu nunca fui desse tipo de garota.
  -Então, April, certo? -perguntou com as sobrancelhas juntas expressando dúvida. -Você tem um sorriso bonito. -disse se sentando na cama e pegando um cigarro do seu maço.
  -Ah não. Você estragou. -reclamei e ele arqueou uma sobrancelha.
  -O que? -disse enquanto acendia seu cigarro.
  -Você fuma? -ele me olhou meio debochado.
  -Você está achando que estamos numa história de John Green? -riu caçoando de mim. -Mas tá, você tem quantos anos? -ele perguntou e logo depois deu a primeira tragada infetando seu quarto de fumaça.
  -Vou fazer dezoito.
  -Hum. -murmurou e ficou olhando meio abobalhado pro seu cigarro. Peguei-o de sua mão e o apaguei no chão de tábua corrida com a sola do meu tênis. -Uau. Que coragem fazer isso na minha casa. -enfatizou "minha" e se minha bochecha estivesse avermelhada era de raiva. -Você é meio novinha. -fez careta.
  -Gente, o lanche está lá embaixo, vamos lá. -Anne deu dois toques na porta entreaberta.
  -Ela deixa você fumar? -ele revirou os olhos azuis como se minha pergunta fosse a mais patética.
  -Imagine, ela nem sente cheiro. -debochou, cínico.
  -Foi só uma pergunta. -respondi áspera.
  -Bem idiota, não achou? -riu abrindo a porta para eu passar primeiro.

  Depois de uns quinze minutos, Ed e eu ficamos sozinhos no sofá da sala que ficava de frente para a televisão, o silêncio era absurdo tanto para mim quanto para Edward.
   -Vamos ver um filme. -decidiu dando um olhar malicioso para trás, rolei  os olhos mas assim que ele agachou para procurar um DVD no rack, analisei-o de costas mesmo, ele era ruivo, tinha olhos azuis tão gracinha e era alto. Eu não tenho simplesmente nada a perder. Niall deve está nem se lembrando de mim; ou seja, se Ed tentar alguma coisa...
  Não foi como o previsto, Edward não tentou absolutamente nada e ficamos analisando os créditos, fiquei fitando aquelas letrinhas brancas passando rapidamente até que:
  -Você quer tomar um suco, alguma coisa? -resmunguei um "uhum" e ele respirou fundo levantando do sofá,esticou a mão em minha direção. -Não é tão longe daqui de casa.-sorri, achei que estava brincando.
  -Lógico. É na sua cozinha. -revirou os olhos enquanto me puxava para a porta.
  -Vamos tomar um suco em uma padaria aqui perto. -"ah" saiu da minha boca enquanto me sentia a pessoa mais lenta do mundo.

  Ed mantinha as mãos nos  bolsos da calça jeans e caminhávamos por uma grama rasteira verdinha, eu estava bebendo meu suco de laranja enquanto ele mexia no celular, rindo de alguma coisa. Paramos para sentar em um banquinho de madeira,dava pra ver uma praça grande a alguns metros da gente, ele se sentou e respirou fundo.
  -Então o seu namorado está em Kansas, né? -bloqueou o celular e direcionou seus olhos azuis para os meus.
  -Não, eu não namoro com ninguém. -sorri fraco com um peso nas palavras.
  -Vamos brincar de como/qual ?-franzi a testa. -É um jogo em  que eu pergunto "Como foi..." ou "Qual foi..." . -balancei a cabeça de um lado para o outro avaliando a ideia.
   -Tudo bem, concordo. -sorri. -Você começa.
  -Qual foi o motivo para vir a Liverpool?
  -Meus pais. Eles queriam me separar de um garoto.
  -O seu namorado? -revirei os olhos repetindo que Niall não era meu namorado. Ele sorriu com minha impaciência e mandou eu perguntar algo.
  -Como vicê sabe que eu tinha um "namorado"? -pus entre aspas com meus dedos.
  -Escutei um pedaço da conversa da minha mãe no telefone e ela comentou comigo. -deu de ombros.
  -Qual foi a sua primeira impressão sobre mim? -disse dois segundos depois da sua resposta.
  -Não gostei desse jogo. -disse me levantando e ele gargalhou.
  -Você me achou estranho, né? -balancei a cabeça negativamente.
  -Você estava muito misterioso e parecia ser mais simpático. -rolei os olhos timidamente para a grama.
  -Primeira impressão?-sussurrei "ele é ruivo". -Não vejo relevância nisso. -sorriu.
  -Tenho queda por ruivos. -sorrimos um para o outro enquanto caminhávamos para a praça.