10/09/16

Sorriso


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  Por que nos privamos de dar "bom dia"ou cumprimentar com um sorriso? Eu não sei se é coisa de região, costume ou educação. Mas eu sempre aprendi a dar "bom dia" as pessoas. Me mudei para uma tal cidade, cerca de mil quilômetros da minha cidade natal, lá no meu antigo bairro, sempre dávamos bom dia, pro fulano ou pro ciclano.
  Desejar isso pras pessoas é algo maravilhoso e que nem todos esperam. É óbvio, sempre tem um ou vários que não respondem ou  viram o rosto; sinceramente, não acho anormal, às vezes simplesmente eles não estão tendo um dia bom.
  Você já parou pra pensar que um simples "bom dia'' acompanhado de um sorriso pode salvar a manhã de alguém que só precisava de algo básico como essa atitude? Repare, saímos apressado de casa, é pai reclamando da hora,  atenção pra dar pro fulano,aquela playlist que insiste em travar na melhor hora da música e droga! O sorriso foi embora?
  Damos muita atenção pros auês da vida e não paramos pra pensar no que está acontecendo agora e o que isso pode refletir a um minuto. Sorria, sorria para si mesmo, pro fulano, pro ciclano, para todos. Porque todos precisam de um sorriso.

25/07/16

ShortFic - Wanted -Capítulo 18

   





    Anne e minha mãe haviam me colocado de repente no quarto de Edward, minhas bochechas deveriam está avermelhada, certeza e eu nunca fui desse tipo de garota.
  -Então, April, certo? -perguntou com as sobrancelhas juntas expressando dúvida. -Você tem um sorriso bonito. -disse se sentando na cama e pegando um cigarro do seu maço.
  -Ah não. Você estragou. -reclamei e ele arqueou uma sobrancelha.
  -O que? -disse enquanto acendia seu cigarro.
  -Você fuma? -ele me olhou meio debochado.
  -Você está achando que estamos numa história de John Green? -riu caçoando de mim. -Mas tá, você tem quantos anos? -ele perguntou e logo depois deu a primeira tragada infetando seu quarto de fumaça.
  -Vou fazer dezoito.
  -Hum. -murmurou e ficou olhando meio abobalhado pro seu cigarro. Peguei-o de sua mão e o apaguei no chão de tábua corrida com a sola do meu tênis. -Uau. Que coragem fazer isso na minha casa. -enfatizou "minha" e se minha bochecha estivesse avermelhada era de raiva. -Você é meio novinha. -fez careta.
  -Gente, o lanche está lá embaixo, vamos lá. -Anne deu dois toques na porta entreaberta.
  -Ela deixa você fumar? -ele revirou os olhos azuis como se minha pergunta fosse a mais patética.
  -Imagine, ela nem sente cheiro. -debochou, cínico.
  -Foi só uma pergunta. -respondi áspera.
  -Bem idiota, não achou? -riu abrindo a porta para eu passar primeiro.

  Depois de uns quinze minutos, Ed e eu ficamos sozinhos no sofá da sala que ficava de frente para a televisão, o silêncio era absurdo tanto para mim quanto para Edward.
   -Vamos ver um filme. -decidiu dando um olhar malicioso para trás, rolei  os olhos mas assim que ele agachou para procurar um DVD no rack, analisei-o de costas mesmo, ele era ruivo, tinha olhos azuis tão gracinha e era alto. Eu não tenho simplesmente nada a perder. Niall deve está nem se lembrando de mim; ou seja, se Ed tentar alguma coisa...
  Não foi como o previsto, Edward não tentou absolutamente nada e ficamos analisando os créditos, fiquei fitando aquelas letrinhas brancas passando rapidamente até que:
  -Você quer tomar um suco, alguma coisa? -resmunguei um "uhum" e ele respirou fundo levantando do sofá,esticou a mão em minha direção. -Não é tão longe daqui de casa.-sorri, achei que estava brincando.
  -Lógico. É na sua cozinha. -revirou os olhos enquanto me puxava para a porta.
  -Vamos tomar um suco em uma padaria aqui perto. -"ah" saiu da minha boca enquanto me sentia a pessoa mais lenta do mundo.

  Ed mantinha as mãos nos  bolsos da calça jeans e caminhávamos por uma grama rasteira verdinha, eu estava bebendo meu suco de laranja enquanto ele mexia no celular, rindo de alguma coisa. Paramos para sentar em um banquinho de madeira,dava pra ver uma praça grande a alguns metros da gente, ele se sentou e respirou fundo.
  -Então o seu namorado está em Kansas, né? -bloqueou o celular e direcionou seus olhos azuis para os meus.
  -Não, eu não namoro com ninguém. -sorri fraco com um peso nas palavras.
  -Vamos brincar de como/qual ?-franzi a testa. -É um jogo em  que eu pergunto "Como foi..." ou "Qual foi..." . -balancei a cabeça de um lado para o outro avaliando a ideia.
   -Tudo bem, concordo. -sorri. -Você começa.
  -Qual foi o motivo para vir a Framlingham?
  -Meus pais. Eles queriam me separar de um garoto.
  -O seu namorado? -revirei os olhos repetindo que Niall não era meu namorado. Ele sorriu com minha impaciência e mandou eu perguntar algo.
  -Como vicê sabe que eu tinha um "namorado"? -pus entre aspas com meus dedos.
  -Escutei um pedaço da conversa da minha mãe no telefone e ela comentou comigo. -deu de ombros.
  -Qual foi a sua primeira impressão sobre mim? -disse dois segundos depois da sua resposta.
  -Não gostei desse jogo. -disse me levantando e ele gargalhou.
  -Você me achou estranho, né? -balancei a cabeça negativamente.
  -Você estava muito misterioso e parecia ser mais simpático. -rolei os olhos timidamente para a grama.
  -Primeira impressão?-sussurrei "ele é ruivo". -Não vejo relevância nisso. -sorriu.
  -Tenho queda por ruivos. -sorrimos um para o outro enquanto caminhávamos para a praça.

22/07/16

Hello my girls! AMANHÃ TEM CAPÍTULO...

 De Wanted, é ótimo, meu xodózinho de história. Como vão? Saudades? Por hoje, só um texto curto, hahahaha, BEIJOS! Twitter: https://www.twitter.com/realblogvickmp 


Eu fujo de conflitos.

  Ao certo, isso não é cem por cento uma característica positiva, definitivamente não é; esclareço isso ao final desse texto. Eu não gosto muito de conflitos, e o máximo que eu posso, desvio deles. De discussões bestas para decidir quem sujou a pia do banheiro, até as discussões mais sérias com direito a alteração de tom de voz, eu evito. Ignoro, viro culpada da situação, tudo para que fique em um clima estável. E de fato, às vezes isso é o certo, mas não sei se é isso que vai me fazer bem. Ignorar discussões de vez em quando faz parte, porém, ocorrendo isso repetidamente, o coração se cansa e aquilo que você faz por amor, se torna... Obrigação. Isso vai deixando as coisas chatas e de repente você da lugar a um sentimento de angústia, raiva e o que você queria poupar de sentir, vinha à tona.
  Sei que mudei o texto para terceira pessoa de uma forma extremamente louca, não tenho muita noção com isso ainda, mas  é uma tentativa de saber se você já se sentiu como eu. É bom às vezes evitarmos algumas discussões mas  precisamos de uma conversa franca sobre o assunto de "só eu cedo nesta relação", entende? Geralmente as pessoas que vem puxar discussões esperam que a gente de o troco e enquanto não dermos, não cessam e ai se a gente da o troco. Esse só foi mais um pequeno texto reflexivo, com direito de erros da colocação de pronomes pessoais, espero ter transmitido aquilo que eu já senti, é, não sinto mais. Deixo isso para um próximo texto.

09/07/16

Seu coração está sendo curado

                                               Seu coração está sendo curado

  Seja forte, respire, não pire. Isso passa, tudo passa, essa dor só está descamando esse coração já velho para nascer um novo. Não são um ou dois problemas, são mais; às vezes são somente pequenas dúvidas, não as deixem virar angústias. Conte de um a cinco, não uma simples contagem, enumere a cada contagem as coisas boas que já aconteceram com você. Não procure nos outros a justificativa ou a cura da sua dor, eles não tem culpa da passagem para o amadurecimento do seu coração. Feche os olhos e deixa seu coração descansar em Deus, comece a pensar um pouco com a sua mente. Silêncio! Seu coração está sendo curado.

05/06/16

Sim, estou viva!




  Heey girls! Estava sem meu computeitor e INSTALEI O PHOTOSCAPEEEEEEEEE! Acreditam? Então vou pintar e bordar com várias coisistas. Vou continuar sim a short com o Niall e eu nunca vou largar o blog, as visualizações aumentam e vocês sabem da novidade? O BLOG DE 500.00 visualizações (acho que já contei isso em outro post) AMO PAKS VOCÊS:*

08/05/16

ShortFic Wanted -Capítulo 17: Liverpool




 Minha cabeça estava apoiada no vidro do avião, apenas esperando para o inicio da decolagem, respirei fundo engolindo o choro. Meu pai simplesmente mandou minha mãe me levar pra mais longe da Irlanda do Norte, a raiva mesclava com a saudade e preocupação que eu estava de Niall, talvez fosse o melhor  pra mim mas às vezes chegamos a certo ponto da vida que a gente não quer o melhor, só queremos uma única coisa no momento, sem nos interessarmos se é o certo ou não.
  -Você está mal, né? -revirei os olhos secando uma lágrima solitária estagnada na bochecha.
  -Como você acha que eu estou mãe?
  -Com raiva, com medo, chateada, vontade de esmurrar qualquer pessoa que dizer para você "só quero seu bem". -ela me olhou com os olhos cheio de amor. Passou o braço por meus ombros.-Não deixe que a sua vida inteira seja estragada por um único momento. Você é jovem, começou a vida agora, April. -acho que o que eu precisava naquele momento era alguém que me compreendesse e minha mãe simplesmente abriu os braços como uma mulher elástica pra me dar um abraço e ficar escutando meus murmúrios.
  -Chegamos. -um cafuné me fez acordar. -Você cresceu tanto. -beijou minha testa, vamos.
  -Aqui que é Framlingham? -balanlançou a cabeça negativamente enquanto pegava as minhas malas no compartimento do avião.
  -Liverpool. -eu ia questionar, porque tinha quase certeza que ela havia dito Framlingham quando saímos da Irlanda, mas minhas ideias poderiam estar desorganizadas já que acordei agora.

  Já havíamos chegado em Liverpool, pude ter completa certeza a partir do momento que li "Welcome to Liverpool" estava um dia ensolarado, minha mãe estava mexendo  no celular animadamente, iríamos passar na casa de sua amiga, Anne. Minha mãe disse que Anne tinha me visto crescer na barriga dela, depois disso elas só se viam de vez em quando e eu nunca estava presente.
  -Ei. -minha mãe me cutucou com o cotovelo. -Chegamos! -vi uma mulher parada frente a um portão preto e atrás tinha uma casa meio esverdeada, bonita e era nítido que sentia aconchego naquela casa. A mulher veio se aproximando, de erepente minha porta abriu e só escutava o eco das risadas de Graziela e Anne, abraçadas, rindo e deixando as lágrimas caírem.
  -Essa é a minha menina. -Antes de Anne me abraçar colocou a mão na cintura e arqueeou a sobrancelha
  -Menina? Já é uma mulher! -puxou-me para um abraço apertado, eu amava abraços e o que eu mais estava precisando era de um no momento. -Ela tem namorado? -perguntou pra minha mãe sussurando como se eu não houvesse escutado e ri abafado no seu moletom vermelho.
  -Não, acho que ela está precisando.
  -Ei! -desabracei Anne e meus olhos fixaram em um ponto mais longe, apoiado na janela tinha um garoto de cabelo ruivo e de braços cruzados fitando toda a situação e quando meu viu, acenou com um sorriso de canto e eu desviei o olhar toda tímida.
  -Aquele é Edward, meu filho. -Anne apontou e dessa vez, correspondi ao aceno do menino.

AMO VOCÊS MEGAMENTEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! Comentem, me amem no twitter @realblovickmp DEUS ABENÇOE VOCÊÊS!

29/04/16

Observar -Texto da Vick



  


   Sempre gostei muito de observar as pessoas, detalhes, reações, traços parecidos com de alguém que eu conheço, manias. Não chega a ser obsessão, mas acho interessante você olhar para uma pessoa e não saber o que se passa. Cada pessoa tem seus problemas, ou histórias que a gente nunca imaginaria que poderiam acontecer, pode ter acontecido coisas comuns só que de uma forma diferente, um gesto modificado. Gosto de ir ao cinema, mesmo quando tem que enfrentar aquela fila enorme para comprar um ingresso, interessante você observar quantos tipos de pessoas tem em uma fila, quantas histórias não tem guardadas dentro delas?  Sempre tem aquela pessoa que você pensa "ela não vai ver o mesmo filme que eu, certeza" quando menos espera, ela está entrando na mesma sala de cinema que você. Engraçado observar as feições daqueles que estão em um clima de "amor" ou pegação, a timidez no olhar de uma garota que já está 100% de coração entregue ou a indecisão nas mãos de um garoto se passa o braço por cima dos ombros dela, ou aquela conversa tímida de duas pessoas enquanto uma disfarça mexendo no celular. Meus olhos chegam a brilhar quando vejo uma criança alegre contagiando um super mercado inteiro,até mesmo aquela pessoa emburrada no último lugar da fila.Alguns acham isso loucura já eu, acho isso super comum, sempre temos que observar, imaginar o que vai além de uma pessoa.